Seguro de vida: 8 em cada 10 brasileiros ainda não têm
Seguros

4 min de leitura · 13 out 2026

Seguro de vida: 8 em cada 10 brasileiros ainda não têm

Só 18% dos adultos no Brasil têm seguro de vida. Quem contrata cedo paga menos e protege melhor.

Apenas 18% dos brasileiros adultos têm seguro de vida, segundo a pesquisa FenaPrevi/Datafolha de 2026, que ouviu 1.908 pessoas. Em compensação, 70% temem a morte de um familiar.

Existe um descompasso claro entre a preocupação e a atitude. E quem contrata cedo descobre que proteger a família custa menos do que imaginava.

O que o seguro de vida faz

Em caso de morte ou invalidez, a família recebe um valor em dinheiro. Sem depender de parente, sem vender um bem às pressas, sem precisar de vaquinha entre amigos.

Parece distante até o dia em que não é. E quando acontece, a vida continua — com as mesmas despesas e, muitas vezes, com uma renda menor.

Quem se beneficia

  • Quem tem filhos pequenos: escola, saúde, alimentação e moradia continuam;
  • Quem é a principal renda da casa: se uma pessoa sustenta a família, a falta dela compromete tudo;
  • Quem tem dívida em nome próprio: financiamento, consórcio, empréstimo — dívidas não desaparecem;
  • Autônomos e MEI: não têm empresa por trás para cobrir nada;
  • Quem cuida de pais idosos: a despesa de cuidado cresce, não diminui.

Quanto custa

Menos do que a maioria imagina. Para uma pessoa jovem e saudável, o valor mensal costuma ser menor que o de um plano de celular.

E existe uma vantagem de contratar cedo: a idade de contratação não muda depois. Quem contrata aos 30 paga o preço de 30 anos por toda a vigência do contrato. Quem entra aos 50 paga o preço de 50.

Individual ou pela empresa?

O individual é contratado por você, é seu e continua seu mesmo se mudar de emprego. Mais completo, um pouco mais caro.

O coletivo é contratado pela empresa. Costuma ser mais barato, mas termina quando o contrato de trabalho termina. O ideal é ter o individual — ou usar o coletivo como complemento, sabendo que ele não é permanente.

Quanto contratar

Uma fórmula simples: dívidas atuais + 3 a 5 anos do custo de vida mensal da família + educação dos filhos.

Se você tem R$ 50 mil em dívidas, custo familiar de R$ 5 mil por mês e dois filhos, uma cobertura de R$ 300 mil a R$ 400 mil é um bom ponto de partida.

Dica da Alba: contrate pela necessidade real da sua família, não pelo prêmio mais barato. E prefira sempre quem explica cada cláusula com clareza.

Fazemos a cotação

Comparamos entre mais de 15 seguradoras parceiras e mostramos as opções que cabem no seu orçamento. Sem vínculo com nenhuma seguradora específica — indicamos a que faz sentido para você.

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Fontes consultadas

  • FenaPrevi / Datafolha. 4ª edição da pesquisa, apresentada em 16/09/2026 — 1.908 entrevistados. Fonte

Dados verificados em outubro de 2026. Valores de mercado variam; consulte a condições atuais antes de decidir.

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