Você quer comprar um imóvel de R$ 300 mil, mas a carta que cabe no seu bolso é de R$ 150 mil. A conta não fecha.
Existe uma solução elegante para isso: a junção de cotas. Você soma duas ou mais cartas contempladas e forma o crédito que precisa.
Como funciona
Em vez de usar cada carta separada, você une os créditos e compra o bem à vista com o total.
Um exemplo real do nosso atendimento:
- Carta A: crédito de R$ 103.800 — 180 parcelas de R$ 690;
- Carta B: crédito de R$ 106.527 — 180 parcelas de R$ 708;
- Junção: R$ 210.327 de crédito, parcelas de R$ 1.398 por mês.
Com esse valor, você negocia um imóvel de R$ 250 mil à vista e ainda consegue desconto. É um resultado bem diferente de comprar com R$ 150 mil.
A regra de ouro
A junção funciona quando as duas cartas são da mesma administradora e do mesmo segmento (imóvel com imóvel, veículo com veículo). A administradora precisa aprovar a união.
Por isso, quem planeja juntar deve comprar as cartas pensando nisso desde o começo. Duas cartas em administradoras diferentes não se juntam.
Quando faz sentido
- Você precisa de um crédito maior do que uma carta individual oferece;
- Quer comprar à vista e negociar desconto;
- Já tem (ou vai comprar) duas cotas compatíveis.
O ponto de atenção
O crédito dobra, mas a parcela também. Duas parcelas de R$ 700 viram uma de R$ 1.400. Antes de juntar, confira se esse valor cabe no seu orçamento mensal — a junção é ótima, desde que a parcela seja sustentável.
Como fazemos
Levantamos as cartas disponíveis nas administradoras parceiras, conferimos a compatibilidade e simulamos a junção com você — mostrando o crédito total, a parcela e a entrada. Sem compromisso.
Quer simular sua junção? Me chama no WhatsApp que eu faço a conta com os números reais das cartas disponíveis hoje.



